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É com grande satisfação que anunciamos a disponibilização de uma consultoria especializada no estudo de imagens de ressonância magnética. Este Serviço é direcionado principalmente às especialidades da Neurologia que lidam com Epilepsias e Síndromes Demenciais. Entretanto, sua utilidade não fica circunscrita somente a estas condições (veja abaixo).
A palavra morfometria designa o estudo da forma e das dimensões de um determinado objeto. O primeiro estudo morfométrico de um cérebro “in vivo” aconteceu em 1976, após a introdução da tomografia computadorizada. Com o advento da Ressonância Magnética, no final dos anos 80, a morfometria cerebral passou a fazer parte do arsenal de ferramentas de investigação em Neurociência.
As pesquisas que utilizam técnicas avançadas de RM e estudos morfométricos são geralmente direcionadas para melhor compreensão dos aspectos básicos relativos à função cerebral, causas e mecanismos das diversas doenças neurológicas. Em uma outra vertente, existem as investigações que procuram melhorar a sensibilidade e especificidade diagnósticas do método.
Atualmente, a utilização das ferramentas de processamento gráfico em imagens adquiridas com protocolos específicos, permite que profissionais com expertise dedicada, aumentem de modo significativo a identificação e caracterização de alterações estruturais, repercutindo diretamente na condução clínica.
A nossa proposta consiste em trazer a experiência e as ferramentas de análise gráfica, geralmente circunscritas ao meio acadêmico, para a rotina da prática clínica diária, buscando reproduzir os resultados positivos encontrados no meio acadêmico, para benefício de médicos e pacientes.
Outras indicações: acompanhamento longitudinal nas doenças progressivas, seja o mecanismo envolvido de natureza atrófico (demências), cumulativo (EM), ou expansivo (neoplasias).
Como solicitar um estudo
De modo ideal, seria mais interessante a realização de uma ressonância magnética com boa qualidade de imagem e protocolo específico.
Alternativamente, existe a possibilidade de se utilizar um exame adquirido recentemente, desde que a qualidade das imagens seja satisfatória, e que o protocolo contenha pelo menos uma aquisição T1 volumétrica de alta resolução.
