Efeito de volume parcial. Até o início dos anos 90, os aparelhos de ressonância magnética (RM) adquiriam de modo rotineiro, “secções” de imagens com espessura de 3 a 5 mm, orientados nos planos axiais, sagitais, coronais e oblíquos. A imagem final era o resultado da média aritmética da intensidade de sinal proveniente destes pequenos blocos de imagem.

Plano de corte. A Reformatação Multiplanar (MPR), é o processo computacional que utiliza esse volume de dados 3D para reconstruir a imagem em qualquer plano desejado, independentemente do ângulo original de aquisição. Isso permite meticulosa inspeção da anatomia, “navegando” o parênquima cerebral em diferentes planos de modo simultâneo.

Reformatação Multiplanar. Em casos de epilepsia, especialmente quando buscamos causas estruturais como a displasia cortical focal (FCD), a lesão pode ser sutil e de pequenas dimensões.

Referências

