Parâmetros Avaliados – Volumes dos Núcleos da Base, Tronco Cerebral e Cerebelo

  • Na AMS tipo cerebelar (AMS-C), observa-se uma atrofia pronunciada do cerebelo e da ponte. A quantificação dessa perda de volume é um forte biomarcador para a doença.
  • AMS tipo parkinsoniano (AMS-P): Além da atrofia do putâmen, também pode apresentar atrofia da ponte e dos pedúnculos cerebelares médios. A medição do volume pontino é um dado valioso para diferenciar a AMS-P da Doença de Parkinson.
  • Diagnóstico de Ataxias Hereditárias e Esporádicas: Muitas ataxias espinocerebelares (SCAs) e outras ataxias genéticas têm padrões característicos de atrofia. Algumas afetam predominantemente o córtex cerebelar, enquanto outras afetam mais a substância branca ou o tronco cerebral. A volumetria ajuda a caracterizar o “fenótipo” de imagem da ataxia, o que pode guiar o teste genético.
  • Diferenciação da Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP): A PSP clássica (síndrome de Richardson) é caracterizada por uma atrofia acentuada do mesencéfalo, levando ao famoso “sinal do beija-flor” (hummingbird sign) na visão sagital. A mensuração do volume do mesencéfalo e da razão entre o volume da ponte e do mesencéfalo são ferramentas quantitativas muito úteis para diagnosticar a PSP.